segunda-feira, 5 de março de 2012

XADREZ, INGLÊS E VIOLÃO

Pois é... Ainda criança eu descobri que era um roqueiro... Descobri que as músicas que eu gostava eram todas “rock”... Então, mais tarde na adolescência pintou um desejo de ter a possibilidade de tocar estas músicas no violão... Então começou o desafio e as decepções...

Na época de quartel, Exército,surgiu não sei de onde um livro sobre xadrez... Isto há quase 20 anos atrás... Então eu e o Soldado Reis, o Pé de Pano, começamos a ler e nos interessarmos pelo xadrez... Jogamos algumas partidas pra aprender e descobrimos mais tarde que o Cb Gomes e o Sgt Goudart também jogavam xadrez, então começamos em grupo dividir nossos conhecimentos... Coisa tal que pra mim não foi tão útil assim...

Certo dia um primo meu me falou sobre a possibilidade de trabalhar em navios mercantes... Me interessou muito, então comecei a correr atrás dos requisitos básicos pra conseguir embarcar nos navios mercantes... Mas um destes requisitos era falar inglês... Então comecei a minha batalha pra conseguir aprender o tal idioma... Mas minha luta não teve resultados positivos...

Pois é... Esta é a vida... Aprendi que não consigo aprender nenhuma das minhas objetividades... Não consigo tocar violão, não sei jogar xadrez e não sei nada de inglês... Isto é a vida... Por que a vida é assim comigo? Por que meus sonhos viram pesadelo tão cedo? Mas ainda assim tenho que continuar... Tenho que “rabiscar” minhas notas no violão, falar meu inglês vagabundo e ser humilhado no xadrez contra qualquer adversário...

Mas não faz mal, ao menos não é uma postagem triste, e sim real... Na verdade tudo o que eu posto é verdade... Pena que também são tristes...

Fui!!! Um abraço!!!

domingo, 5 de fevereiro de 2012

ME DISSERAM QUE...


“E agora sofro as atitudes que tomei por acreditar em verdades ignorantes... Acabamos no fim perdendo a quem nos ama só por que o jornaleiro da esquina
falou que é otário aquele que confia e é tão difícil confiar em alguém...
Quando a gente aceita se mentir...”


Mentira e verdade! Por que acreditamos no que as pessoas nos falam? Hoje me chamaram de “viado”, mau caráter e mentiroso... E daí? Devo acreditar nisto ou continuar acreditando no que eu sou? Será que sou isto tudo?

Num atendimento com uma psicóloga certa vez, ela me falou que nunca devemos nos ligar no que as pessoas falam... Quem sabe de sua vida é você! Você vai decidir o que você é... Se quiser ser feio, você será feio. Se quiser ser triste, você será triste. Se quiser ser mentiroso, você será mentiroso. Não vai ser outra pessoa que vai dizer o que você é. “Sua mente é o seu maior patrimônio, então não deixe ninguém invadi-la com palavras vagas. Quem faz isto está desesperado, querendo perturbar alguém com a sua própria perturbação...” Estas palavras me marcaram. Mas não conseguem me aliviar totalmente dos meus distúrbios... Se alguém diz alguma coisa sobre mim, eu ainda fico perturbado... Mas não deveria. Deveria acreditar em mim e seguir minha vida.

Mas vou tentar... Sei que não sou isto tudo... Sei que sou capaz de administrar isto tudo... Mesmo tendo uma “penca” de coisas mais pra administrar...

Fui!!! Um abraço!!!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

A CIDADE MORTA!!!

...



Pois é... Atualmente estou trabalhando em Duque de Caxias, minha cidade natal entre aspas, entre aspas pois na verdade eu nasci no Parque São José, bairro de Belford Roxo... E ainda entre aspas, na minha identidade diz que nasci no Rio de Janeiro...

Mas isto não importa... Pois o assunto no momento é sobre Duque de Caxias, a cidade morta!

Por que morta? Pois a minha cidade natal reservava pra mim antigamente vários motivos pra visitá-la. Não estou falando de pontos turísticos, pois Duque de Caxias não tem, mas de motivos emocionais. Caxias foi onde eu fui criado, então tinha amigos lá... Pessoas que eu perdi o contato e fico imaginando de encontrá-las pelas ruas... Mas não encontro ninguém... Na verdade encontro algumas pessoas... Certo dia encontrei minha prima no Centro, outro encontrei o Sgt Bento, outro o Cb Joel... Mas pra mim é pouco... Queria encontrar pessoas como o Joel Cláudio, a Cleide, a Graziela, o Ibis... E outras pessoas mais... Além do que existe o fato da morte...

As mortes do meu irmão Bebeto, da minha avó Rosa e da minha tia avó Lurdes acabaram com as minhas razões de querer visitar Duque de Caxias... Até porque o contato com minhas primas ficou “arranhado” devido a atrocidades que eu tomei conhecimento, e que não é assunto que deva ser comentado em blogs, pois são casos de família... Na verdade, casos de família pra nossa lei, pois pra mim são casos de polícia... Com direito a tortura para os culpados... Mas não quero falar nisto agora...

Pois é... Minha cidade natal está morta... Ando pelas ruas esperando encontrar alguém e não encontro ninguém... Na verdade eu ando pela vida procurando encontrar alguém que ainda não encontrei e sei que nunca vou encontrar... Na verdade eu sei que a pessoa que eu mais quero encontrar, tanto em Caxias como em qualquer outro lugar, sou eu mesmo... Não sei ainda o que eu faço aqui neste mundo... Pois carrego muitas decepções e tristezas que acredito que não vou conseguir resolvê-las antes da minha morte... Morte tal que acredito estar tão próxima como a morte de Duque de Caxias, que já aconteceu pra mim faz tempo...

Fui!!! Um abraço!!!