quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

PSICOPATIA E HISTERIA


Uma elite de psicopatas sobe ao poder e se cerca de adeptos e militantes que, no afã de enxergar as coisas como seus chefes mandam, acabam desenvolvendo todos os sintomas da histeria.

A saúde mental de uma comunidade pode ser aferida pela dos indivíduos que ela eleva aos mais altos postos e incumbe de representá-la. O mais breve exame do Brasil sob esse aspecto leva a conclusões que já ultrapassam a escala do alarmante e se revelam francamente aterrorizantes.

Já tivemos um presidente que achava lindo fazer sexo com cabritas, se gabava de haver tentado estuprar um companheiro de cela – prova de macheza, segundo ele – e confessava entre risos as mais cínicas mentiras de campanha. É claro que a tropa dos seus guarda-costas e marqueteiros corria, nessas ocasiões, para dar a essas declarações o sentido de meras brincadeiras, mas, supondo que o fossem, é igualmente evidente que pessoas adultas normais não se divertem com gracejos tão torpes.

Qualquer que fosse o caso, no entanto, a conduta desse cidadão não sugeria nenhuma doença mental e sim propriamente uma psicopatia – a deformidade moral profunda que sufoca a voz da consciência e autoriza o indivíduo a viver de manipulações, trapaças e crimes sem nunca enxergar nisso nada de anormal.

Já mencionei, em outros artigos, o livro do psiquiatra Andrew Lobaczewski, Ponerologia: Psicopatas no Poder (Vide Editorial, 2014), em que uma equipe de médicos poloneses condensa os resultados de décadas de observação da elite comunista que dominava o país, e descreve tecnicamente o fenômeno da “patocracia”, o governo dos psicopatas.

Mas, como explica o próprio dr. Lobaczewski, quando uma elite de psicopatas sobe ao poder, ela se cerca de adeptos e militantes que não são psicopatas, mas que, no afã de enxergar as coisas como seus chefes mandam em vez de aceitar os dados da realidade, acabam desenvolvendo todos os sintomas da histeria. A histeria é um comportamento fingido e imitativo, no qual o doente nega o que percebe e sabe, criando com palavras um mundo fictício cuja credibilidade depende inteiramente da reiteração de atitudes emocionais exageradas e teatrais.

Um exemplo, já antigo, esclarecerá isso melhor.

Todo mundo conhece o deprimente episódio da discussão feia na qual a deputada Maria do Rosário xingou seu colega Jair Bolsonaro de “estuprador”. Incrédulo, o deputado perguntou:

- Agora sou eu o estuprador?

A deputada, fria e pausadamente, confirmou:

- É sim.

O deputado, que não é lá muito famoso pelas boas maneiras, deu-lhe uma resposta brutalmente sarcástica (“não vou estuprar você porque você não merece”) e a adversária ameaçou dar-lhe uns tapas, deixando de cumprir o intuito ante a promessa de um revide, sendo então chamada de “vagabunda” e tendo um dos mais célebres chiliques da história política nacional.

Está tudo gravado.

As circunstâncias que precederam o acontecimento são muito reveladoras. Bolsonaro tinha apresentado um projeto de lei que previa penas mais severas para os estupradores, inclusive antecipando o prazo de maioridade penal para que a punição pudesse alcançar tipos como Roberto Aparecido Alves Cardoso, o Champinha, um dos estupradores e assassinos mais cruéis que este país já conheceu.

Maria do Rosário era contra a antecipação da maioridade e defendia penas mais brandas para estupradores e assassinos de menos de dezoito anos.

O projeto do deputado Bolsonaro era aprovado por mais de 90% da população

Defensora de uma causa impopular, e cunhada, ela própria, de um estuprador de menores, Maria do Rosário tinha todos os motivos para ficar com os nervos à flor da pele quando se discutia estupro e menoridade. Chamar de estuprador o algoz maior dos estupradores não fazia o menor sentido, evidentemente, exceto como inversão histérica da situação real.

Do ponto de vista penal, admitindo-se que ambos os parlamentares tenham cometido delitos, o da deputada foi bem mais grave. Nosso Código Penal pune com seis meses a dois anos de detenção o crime de calúnia (imputação falsa de ato delituoso) e com apenas um a seis meses de detenção o de injúria (ofender a dignidade e o decoro de alguém).

Pior: a lei concede atenuante ao delito de injúria se é cometido em revide a insulto anterior, e um segundo e maior atenuante se o revide foi imediato. Os dois atenuantes aplicavam-se à conduta do deputado Bolsonaro. Em comparação com Maria do Rosário, ele estava praticamente inocente no episódio.

Bem, esses são os dados objetivos da situação, mas a reação da esquerda nacional quase inteira, seguida de perto por toda a grande mídia, foi levantar um escarcéu dos diabos contra o deputado, chegando a pedir a cassação do seu mandato e apresentando Maria do Rosário como vítima inocente de uma violência verbal intolerável.

Por mais intenso que seja o ódio político que se vota a um inimigo, simplesmente não é normal inverter de maneira tão flagrante a lógica dos fatos e o seu sentido jurídico para fazer do agredido o agressor e do revide injurioso, por mais grosseiro que fosse, um crime mais grave que o de calúnia.

Pior: todos os que incorreram nessa loucura faziam-no em tom de tão profunda indignação, alguns chegando até às lágrimas, que não pareciam, de maneira alguma, estar mentindo deliberadamente. Ao contrário: a coisa era uma inversão histérica genuína, característica, indisfarçável. E coletiva.

A passagem do tempo não parece tê-la curado, mas agravado. Ainda esta semana, como o deputado Bolsonaro relembrasse o episódio, mostrando não arrepender-se do que tinha dito a Maria do Rosário, a deputada Jandira Feghali viu nisso, não, como seria normal, uma prova de falta de educação, mas – pasmem – uma confissão de estupro. E, aos berros, exigia a cassação do mandato de Bolsonaro, alegando que “não podemos admitir a presença de um estuprador nesta Casa”. Não deixa de ser significativo que, nessa mesma semana, uma pesquisa da Universidade da Califórnia revelasse que a incapacidade de perceber o sarcasmo pode ser um sintoma de demência.

Porém ainda mais significativo é que, também na mesma semana, a deputada, lendo uma frase minha segundo a qual todos deveríamos “atirar à cara dos comunistas, em público, todo o mal que fizeram”, lançou o alarma: Olavo de Carvalho prega assassinato de comunistas!

O histérico não enxerga o que está diante dos seus olhos, mas o que é projetado na tela da sua imaginação pelo medo e pelo ódio.

OLAVO DE CARVALHO

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

DITADURA GAY

“NÃO SERÁ NECESSÁRIO, EM NENHUM CASO, QUALQUER TIPO DE DIAGNÓSTICO OU TRATAMENTO PSICOLÓGICO OU PSIQUIÁTRICO, OU AUTORIZAÇÃO JUDICIAL OU ADMINISTRATIVA.” PL 5002/2013


Somente esta frase da lei eximiria a necessidade de qualquer comentário. Esta frase é absurda! Qualquer procedimento, pra qualquer situação, necessita de diagnóstico e tratamento, por que para os gays não precisaria? Eles pagam mais impostos que eu? ISTO É DITADURA GAY!!! E o povo tem medo de opinar sobre isto. Temas como legalização das drogas, legalização do aborto e direitos especiais para homossexuais são assuntos polêmicos que os políticos maldosos usam para alimentar a ganância de uma minoria poderosa. Todos sabem que legalizar as drogas por si só não resolverá o problema da violência, só protegerá a minoria drogada. Todos sabem que legalizar o aborto não resolverá a desigualdade social, apenas beneficiará orgia de irresponsáveis abonados financeiramente. Todos sabem que criminalizar opinião relativa à homossexualidade não protegerá a maioria homossexual e sim uma minoria interessada em destruir tradições que foram importantes para termos uma base digna na sociedade (que nem é tão digna assim). Mas os pseudointelectuais que defendem estas causas criam leis obscuras, que quando reveladas, eles nem comentam, como é o caso desta lei esdrúxula. Ninguém ainda provou se é genético ou não! O que se sabe é que não é opção. Ninguém optaria ser gay! A pessoa nasce com esta anomalia e tenta conviver com ela. E é muito difícil! Mas a maioria gay é enganada com a promessa de melhoria com a criação de leis repressoras contra a maioria heterossexual. Todos sabem o que deve ser feito pra resolver todas estas discussões desnecessárias. Todos sabem que o seu direito não pode interferir no do outro. Mas cada um quer apenas beneficiar a si mesmo. São uns malandros que se autobeneficiam de leis que eles mesmos criam. Como este Jean Wyllys que não criou nem uma lei que resolvesse os problemas da maioria da população. Se eu continuar falando, vou acabar escrevendo um livro, e iletrado. Então, deixo apenas uns links, que não serão lidos pelos extremistas, pois eles têm medo de ver suas convicções destruídas. É mais ou menos isto!






Fui! Um abraço!


sexta-feira, 22 de março de 2013

MÉDICOS DEFENDEM A LEGALIZAÇÃO DO ABORTO. QUE ABSURDO!!!



Nesses dias, vendo as notícias no portal GLOBO.COM (que só conta mentiras) tive a oportunidade de ler uma reportagem (que deve ser mentira) sobre a questão do aborto no Brasil. Na reportagem o Conselho Federal de Medicina enviou uma solicitação ao Senado Federal, propondo a legalização do aborto. Seria bom se realmente fosse mentira esta notícia, mas se fosse verdade não seria nada assustador, pois o Conselho Federal de Psicologia proibiu os psicólogos de atenderem homossexuais há pouco tempo atrás.

Acredito que os médicos estão pensando no dinheiro que ganharão ao realizar este procedimento(aborto). Pois com certeza será o método anticoncepcional mais usado. Todos poderão transar à vontade e depois passar no SUS e fazer seu aborto. Enquanto uma criança que precisa de um transplante morrerá na fila de espera. Enquanto um idoso que precisa de uma cirurgia de fêmur morrerá numa maca de enfermaria. E o casal (homem e mulher) que não quiser mais ter filhos terá que pagar caro pra realizar uma cirurgia de ligadura de trompas ou vasectomia. Já que o SUS prioriza a cirurgia de mudança de sexo.

Na minha cabeça tudo isto é um absurdo! Pois os médicos fazem juramento de preservação da vida. Eles juram fazer o possível pra manter seus pacientes vivos. Então como pode querer matar um paciente indefeso? Eu sei que as comissões de direitos humanos acreditam que é DIREITO de toda mulher MATAR o seu filho enquanto ele ainda está no útero. Mas se ainda está no útero não é humano? Se não, o que é então? Cachorro? Mas estas mesmas comissões defendem os direitos dos cachorros, lembremos o que aconteceu quando um Pet Shop aqui no Rio de Janeiro foi flagrado maltratando animais. Não entendo mais nada!

Não entendo o manifesto nacional contra a médica do Hospital Evangélico do Paraná. Se todos são a favor do aborto, o que há de errado matar pacientes sem chances de recuperação? Mas vivemos numa hipocrisia geral! Grupos extremistas lutam pra destruir tradições que foram importantes para termos uma base digna na sociedade. Eu sei que não temos uma sociedade digna, mas imagina se todos os princípios morais forem abolidos, o que vai acontecer com o mundo que nossos filhos e netos viverão? Por que ninguém pensa nisto? Por que sou o único louco lutando por esta causa? Acredito que seja medo! Estamos entrando na era de uma ditadura terrível. Estamos vivendo na “humanofobia”!

Mas por que o Conselho Federal de Medicina não pede a liberação da ligadura de trompas e vasectomia? Será que é porque isto não é de interesse político? Pois famílias menores teriam mais chances de terem uma vida melhor. Mas neste caso não precisariam de cotas e bolsa família. Como os governos sensacionalistas iriam se eleger? Famílias menores teriam mais chances de estudar. Imaginem um Brasil culto? Sem provas de redação do Enem com receita de miojo? 

Eu fiz uma tentativa certa vez pra conseguir vasectomia e descobri que a fila pra trocar de sexo é menor que a de vasectomia. Ou seja, é mais fácil trocar de sexo que conseguir vasectomia. Por que será?

Mas no final, até que estou tranquilo. Como a imprensa só conta mentiras, tudo isto deve ser mentira. Inclusive esta história de cotas e bolsa família. Ainda bem!

Fui! Um abraço!

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